Pedro H. A. de Andrade

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Nome

Pedro H. A. de Andrade

CV Lattes

http://lattes.cnpq.br/9928230433243594

Informações Pessoais

Sobre

Atualmente é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco. Possui graduação (2009) e mestrado (2012) em Física pela Universidade Federal de Pernambuco e Doutorado (2018) em Tecnologias Energéticas Nucleares também pela Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na área de Dosimetria computacional, atuando principalmente nos seguintes temas: análise e processamento de imagens digitais, desenvolvimento de fantomas computacionais e aplicações de técnicas Monte Carlo em tecnologia das radiações.

Pesquisa

Linhas de Pesquisas

Aplicações de Técnicas Monte Carlo em Dosimetria e Radioproteção

Projetos

Participo de projeto de pesquisa (2015-Atual) intitulado “Prototipagem de Fantomas com Materiais Equivalentes ao Tecido Humano para Uso em Dosimetria das Radiações Ionizantes”

Breve descrição do projeto: O Laboratório Multiusuário de Dosimetria Numérica (LDN), onde este projeto está se desenvolvendo, se localiza no IFPE (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco) Campus Recife e já é utilizado por pesquisadores e estudantes do próprio IFPE, do Centro Regional de Ciências Nucleares do Nordeste (CRCN-NE) e do Departamento de Energia Nuclear da Universidade Federal de Pernambuco (DEN-UFPE), todos membros do GDN (sigla aqui usada para referenciar os grupos de pesquisa a que são filiados os membros da equipe técnica: Grupo de Pesquisa em Dosimetria Numérica e Grupo de Pesquisa em Dosimetria Computacional e Sistemas Embarcados, ambos cadastrados no CNPq). O projeto é de pesquisa aplicada, desenvolvimento e inovação, podendo ser enquadrado na área de atividade econômica PRODUTOS E PROCESSOS BIOTECNOLÓGICOS, pois visa produzir, em impressora 3D, modelos físicos do corpo humano, com esqueleto totalmente sintético, para uso em medidas da dose absorvida e também para produção de imagens tomográficas. O uso deste tipo de fantoma evita exposições de seres humanos ou cobaias à radiação, o que minimiza os riscos a que a população se submete. Similares comerciais ao tipo de fantoma a ser desenvolvido são muito caros, a maioria usa esqueleto humano real e, às vezes, são pouco práticos por modelar pessoas com características muito diferentes do padrão nordestino. Os esqueletos dos fantomas físicos serão produzidos no computador usando um inovador método de construção MC de objetos 3D, validado em tese de doutorado por membro da equipe técnica. Os fantomas produzidos serão usados no curso de Tecnologia em Radiologia do IFPE para aulas. A impressora 3D adquirida com o projeto estará disponível para pesquisadores do curso técnico de Mecânica para seus projetos educacionais e/ou de pesquisa aplicada bem como para pesquisadores das instituições colaboradoras em acordo com as deliberações do comitê gestor a ser constituído caso o projeto seja aprovado. Assim o LDN cumprirá com maior eficácia o seu papel de laboratório multiusuário..